BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Menino, de 08 a 12 anos

Lelê é o sobrinho fictício do
escritor José Roberto Torero.

Saiba quem é Torero

Neste blog Na Web

Este blog é atualizado às sextas.
 Visitas  
 
Lelê e o ultrassom

Ontem aconteceu uma coisa bem estranha. Beeeeeeem estranha.

Bom, o negócio começou quando o Dirceu (que é o namorado da minha mãe, porque ela se separou do meu pai, que agora namora com a Karina) passou lá em casa. Ele disse assim:

“Está pronta para o ultrassom?”

“Claro”, a minha mãe respondeu.

“Então vamos lá.”

“Eu também quero ir!”, eu falei.

“Você?”, eles perguntaram ao mesmo tempo.

“Eu, ué! Não pode? Esse ultrassom é proibido para criança?”

A minha mãe fez uma cara estranha e disse: “Não, proibido não é.”

“Na verdade, acho até bom ele ir. Já está na hora”, falou o Dirceu.

“É, já está na hora”, eu concordei.

“Tá bom...”, disse a minha mãe.

E aí eu fui com eles.

Bom, quando a gente já estava no meio do caminho, eu perguntei: “Que bandas que vão tocar?”

“Bandas?”, os dois perguntaram ao mesmo tempo (eles estão com essa mania).

Eu expliquei: “A gente não está indo num lugar que tem um ultrassom? Então, se tem um ultrassom, tem que ter umas ultrabandas.”

A minha mãe deu um tapão na testa dela e começou a rir sem parar. “Ai, meu deus, eu vou fazer xixi”, ela falou. Mas não fez.

Então o Dirceu falou: “Lelê, esse ultrassom não é um ultra som, um super som, um hiper som. É uma espécie de raio-x para ver como está o nosso bebê.

“Então devia se chamar ultra raio, ou foto-x”, eu falei. E aí eu fiquei o resto da viagem quieto, porque eu detesto quando eu falo alguma coisa errada e os outros riem.

Bom, aí a gente chegou no consultório e esperou um tantão. Lá só tinha revista velha para ler. E revista chata, daquelas cheias de foto de gente rica. Nada de história em quadrinho do Homem-Aranha (será que os ricos são os heróis dos adultos?).

Depois mandaram a gente entrar numa sala e a minha mãe deitou numa cama. Aí a médica pediu para ela levantar a blusa e mostrar a barriga, que já está meio grande (a minha mãe anda comendo pra caramba!). Daí a médica colocou uma coisa gosmenta na barriga da minha mãe e começou a passar uma máquina por ali.

Daí aconteceu uma coisa engraçada: numa televisão que tinha ali começaram a aparecer umas imagens estranhas.

“Sabe o que é isso?”, a médica me perguntou.

“Sei”, eu respondi.

“Sabe?”

“Sei. É o almoço da minha mãe. Morango com chantili.”

“Não!”, disse a minha mãe. Esse é o bebê.”

Daí eu disse: “Esse é o bebê?! Caramba, eu vou ser irmão de um ET!”

“Calma”, disse a médica. “É que essa máquina deforma um pouquinho. Não mostra exatamente como ele é. E ele ainda vai mudar bastante.”

“Ainda bem”, eu falei.

Depois a médica ficou passeando com o aparelho na barriga da minha mãe, e de vez em quando ela parava e dizia: “Isso aqui é a mão”, “Isso aqui é o pé”, “Isso aqui é o coraçãozinho”. E o coração batia o maior rápido.

Mas aí teve uma hora que ela perguntou: “Vocês querem saber o sexo do bebê?”

“Claro!”, nós três respondemos (eu também estou pegando essa mania).

Então ela apontou um lugar e falou: “Dá para ver o sexo por esses três risquinhos aqui.”

“Pô, ele vai ter três pintos?!”, eu falei meio alto.

Então a médica olhou para mim com uma cara que queria dizer “tadinho, ele é tão bobo...”, e disse: “Não são três piupius, esses risquinhos querem dizer que é uma menina.”

“Menina! O meu irmão é uma menina?!”

O Dirceu apertou a mão da minha mãe e os olhos deles ficaram bem molhados. Acho que é porque ele queria um menino legal que nem eu.

A minha mãe passou a mão na minha cabeça e perguntou: “Gostou da notícia, Lelê?”

E aí eu não respondi nada, porque eu não sabia o que eu tinha achado da notícia. É que eu pensava que ia ser um menino, e aí ia ser moleza, porque eu só ia ter que jogar bola com ele. Mas o que que a gente faz com uma menina? Eu vou ter que brincar de casinha com ela? Sobre o quê que elas conversam? Eu vou ter que tomar banho com ela? E se alguém mexer com a minha irmã, eu vou ter que bater nele? E se os meus amigos quiserem namorar com ela? Poxa, ter irmã deve ser o maior complicado. Mas pode ser legal. Sei lá.

 Essa é a minha irmã. Ela tem uma cabeçona. Acho que ela vai ser o maior inteligente. Droga...

Escrito por Lelê às 07h55
O dia em que Lelê virou japonês – o final da história

Bom, para quem não leu o texto da semana passada, foi o seguinte: o meu avô soltou um pum de pirlimpimpim, eu virei japonês e fui parar num navio chamado Kasato Maru. Lá tinha um monte de gente vindo do Japão, e eu fiquei amigo de um menino chamado Yassuo Doki (que é o avô do Doki que faz os desenhos aqui do blog).

Bom, aí o navio parou no porto de Santos. Tinha um monte de gente esperando para ver a gente, e todo mundo lá no barco ficou agitando umas bandeirinhas de seda do Brasil e do Japão. Foi o maior legal!

Mas como já era meio tarde, ninguém desceu do navio naquele dia, que era o dia 18 de junho de 1908.

E de noite aconteceu uma coisa que ninguém esperava: começou a estourar um monte de fogos, e o céu ficou bem colorido.

O Doki falou assim: “Caramba, que legal! Os brasileiros estão fazendo festa porque a gente chegou!”

Eu sabia que estavam estourando aqueles fogos porque era festa junina, mas eu fiquei quieto para não estragar a alegria do Doki.

 Esse é o Kasato Maru lá no porto de Santos

Bom, a gente dormiu, acordou, e às sete horas colocaram uma escada para a gente descer.

Enquanto as pessoas desciam a escada, parecia que elas estavam alegrosas, que é uma mistura de alegre com medrosas. Elas estavam alegres porque já não aguentavam mais ficar no navio, mas também tinham um pouco de medo, porque eles não sabiam direito o que ia acontecer.

Então levaram a gente até um trem e a gente entrou. Lá pelas nove horas tocou o apito e o trem saiu.

Deram para a gente comer uns sanduíches de mortadela. Mas o pessoal não sabia o que era aquilo, e um monte de gente jogou a mortadela fora e comeu só o pão.

Também deram umas frutas. O Doki pegou uma e perguntou para mim:

“O que que é isso?”

“É uma banana. Nunca viu?”

“Nunca. Que fruta engraçada!”

“Experimenta. É o maior gostosa.”

O Doki deu uma mordidinha na banana e falou:

“Não sei, não. Achei meio esquisita.”

Quando eu parei de rir, eu expliquei para ele: “É que você mordeu a casca!”

Então eu peguei uma banana, descasquei, e comi.

Aí ele me imitou e disse: “Hummmm!” (que quer dizer “Que delícia!” em japonês e em qualquer língua).

 Olha  a gente com as bandeirinhas, antes de sair do porto.

A viagem até São Paulo levou três horas, e a gente foi na segunda classe, que são umas cadeiras meio duras.

Quando a gente chegou lá, o pessoal desceu e foi para um lugar chamado Hospedaria dos Imigrantes. Os funcionários da Hospedaria ficaram dois dias examinando todas as malas, uma por uma, e elas eram mais de mil. Mas não acharam nada de errado.

O ruim lá na Hospedaria é que só quem era casado é que podia ficar nas camas de ferro. Os solteiros, que nem eu e o Doki, tinham que dormir em cima de uns estrados de madeira no chão.

 A Hospedaria dos Imigrantes por fora

Uma coisa que o pessoal achou estranho foi a privada, porque eles vieram do interior do Japão e lá não tinha disso, não.

A gente já estava sem fazer nada lá na Hospedria há quase uma semana, só esperando mandarem o pessoal para as fazendas, quando o pai do Doki resolveu dar uma volta com a mulher dele, o Doki e eu.

A gente foi andando até o centro e viu que São Paulo era bem bacana. Nem tinha congestionamento.

 No caminho a gente passou por essa rua aqui, que se chama São Bento.

No caminho, todo mundo olhava meio estranho para nós como se a gente fosse de outro planeta. Uns ETs. Mas aí, quando a gente chegou na Praça da Sé, foi pior ainda, porque uma multidão cercou a nossa turma. Acho que eles nunca tinham visto um japonês na vida.

Mas ninguém atacou a gente nem nada. Eles só queriam olhar de perto, como se a gente fosse tipo um canguru.

Um dos homens que estava lá na Sé até tentou falar com o pai do Doki. Ele sabia umas palavras em japonês e fazia muitos sinais. Deu para entender que ele tinha uma tinturaria.

Depois a gente voltou para a Hospedaria e ficou mais três dias lá. Então começaram a sair umas turmas.

 Dentro da Hospedaria era assim. Olha o Doki ali do lado direito.

Eles iam de trem para as fazendas no interior de São Paulo, perto de Ribeirão Preto. Foram uns cem para uma, uns duzentos para outra, uns oitenta para uma outra outra, e assim todo mundo foi indo embora.

O pai do Doki e mais uns dez ficaram em São Paulo. O seu Dokão e o Doki iam trabalhar na tinturaria daquele homem lá da Sé.

Então o Doki veio se despedir de mim e falou: “Lelê, tomara que a gente se encontre por aí”, e depois me deu de presente dois daqueles pauzinhos que os japoneses usam em vez de garfo e faca.

“Toma, é para você comer com eles”, disse o Doki.

“Legal”, eu respondi. “Mas eles também servem para eu me transformar num monstro! O Lelezila!”

 

Só que aí passou o efeito do pum de pirlimpimpim do meu avô e de repente eu estava de novo na casa dele.

“Lelê, tira esses pauzinhos do nariz!”, o meu avô falou.

“Tá bom, tá bom...”, eu disse.

Aí ele olhou melhor para o meu hashi e perguntou.

“Onde você arranjou esses pauzinhos diferentes?”

“Foi com o pessoal do Kasato Maru.”

Aí ele me olhou com uma cara bem desconfiada e perguntou bem sério: “Lelê, você andou experimentando o meu saquê?”

 

Escrito por Lelê às 08h08
Quando os vilões se encontram
A terceira parte da história do meu tio já está no ar. Quem quiser ajudar ele a fazer o próximo pedaço, é só clicar aqui.
Escrito por Lelê às 15h16
O dia em que Lelê virou japonês

Eu estava na casa do meu avô e ele perguntou assim: “Quer me ver cozinhar?”

“Quero!”, eu respondi. E eu queria mesmo, porque é difícil ver o meu avô cozinhar.

Então ele pegou o telefone, ligou para um lugar e depois disse para mim: “Pronto. Já fiz o almoço. Agora é só esperar que daqui a meia hora ele fica pronto.”

“Assim não vale”, eu disse. “Desse jeito até eu cozinho.”

Então o meu avô tirou a dentadura da boca dele e deu duas risadas, rá, rá, uma com a boca e outra com a dentadura que estava na mão dele.

Depois de um tempo a comida chegou, Mas ela nem estava pronta.

“Isso está cru!”, eu falei para o meu avô.

“Essa comida é assim mesmo. O nome disso é sushi. É peixe cru com arroz. É ótimo para a memória.”

“Blargh!”, eu fiz. “Isso é que nem pegar um peixinho do aquário e comer.”

“Também não é assim. Prova um para você ver.”

Aí eu peguei um. Só que, quando eu coloquei ele na boca, eu escutei um barulho assim: “Prummm!”

Eu sabia que aquele barulho era do pum do meu avô. Aí eu me virei para ele para reclamar, mas quando eu olhei, não era o meu avô que estava lá. Era um menino de olhinhos puxados. O meu avô tinha soltado outro pum de pirlimpimpim!

Para quem não sabe, o pum de pirlimpimpim do meu avô é mágico, e sempre me manda para algum lugar estranho. Dessa vez eu fui parar num navio cheio de gente de olhinhos puxados. Mas o mais estranho é que, quando olhei para o vidro de uma janela do navio, eu vi que eu também estava com os olhinhos puxados!

“Caramba, virei japonês!”, eu disse.

E um menino falou: “Claro. Aqui nesse navio todo mundo é japonês.”

“Que navio é esse aqui?”

“O nome dele é Kasato Maru.”

“E para onde a gente está indo?”

“Para o Brasil.”

“Ufa... E falta muito para chegar?”

“Não sei. Mas gente já está viajando há 52 dias.”

“Cinquenta e dois? Caramba! O Cabral só demorou 44 para chegar no Brasil. E de caravela!”

“Pois é, e isso já faz uns 400 anos.”

“Você quer dizer quinhentos, né?”

“Não, quatrocentos. A gente está em 1908.”

“Putz! O pum do meu avô me fez viajar cem anos para trás!”

“Como é?”

“Nada, nada...”

Aí eu olhei em voltei e vi que os japoneses estavam todos com roupa de gente do Brasil, assim com saia e blusa, gravata e paletó. Ninguém usava quimono. E daí eu perguntei para o menino porque eles estavam assim.

“É para não assustar o pessoal do Brasil, ele disse. Mas a gente trouxe umas coisas bem japonesas.”

“Tipo o quê?”

“Pauzinhos para comer, travesseiros de bambu, frascos de conserva, molhos para temperos, papel e tinta nanquim. Ah, e a gente tem uns manuais de português também.”

“E a viagem está tranquila?”

“Há uns cinco dias teve vento forte e muita gente vomitou. Já esqueceu?”

“É..., esqueci...”

“Tem que comer mais sushi. Sushi é bom para memória.”

“Já me disseram isso hoje.”

“E você também já esqueceu que o foguista do navio ficou meio doido?”

“Ficou?”

“É. O Kataoka tentou invadir os quartos das mulheres. Mas os vigias seguraram ele. Ele está doidinho.”

“E você está com saudade do Japão?”

“Já, né. A saída foi muito triste. Todo mundo no porto, acenando lenços..., dando adeus... Muito triste.”

“Tem uns mil japoneses aqui, né?”

“Uns oitocentos. Nós somos os primeiros a ir para o Brasil. Mas depois da gente, aposto que muitos outros vão vir.”

“E qual que é o seu nome?”, eu perguntei.

“Yassuo Doki”, ele respondeu.

“Doki? E você gosta de desenhar?”

“Adoro! E também gosto muito de tintas.”

“Legal. Acho que um dia o seu neto vai me desenhar.”

“E eu acho que você bateu a cabeça no dia da tempestade, rá, rá.”

Então nessa hora aconteceu uma coisa muito legal! Tocou um apito e todo mundo correu para a murada do navio. E aí a gente viu que estava chegando numa cidade.”

Eu olhei e disse: “Caraca, parece Santos, só que sem os prédios.”

“O nome dessa cidade é Santos mesmo”, falou o Doki. “E aqui é o Brasil. A gente chegou. Agora é que vai começar a aventura.”

E aí o apito tocou de novo e todo mundo ficou acenando para o Brasil.

(Semana que vem eu conto o que aconteceu comigo e com o Doki)

Escrito por Lelê às 07h08
Quando os vilões se encontram
Se alguém quiser ajudar o meu tio a escrever uma história, clique aqui.
Escrito por Lelê às 05h13
Super-Lesma
Chegou o primeiro desenho de super-herói. E o engraçado é que o primeiro foi o Super-Lesma, que devia ter chegado em último.
Escrito por Lelê às 22h02
Super Lelê e outros súperes

Uma coisa que eu acho o maior legal é super-herói.

Eu gosto deles porque eles têm superpoderes e porque eles usam umas roupas doidonas.

Os meus favoritos são o Homem-Aranha, o Batman e o Hulk (do Super-Homem eu não gosto, porque ele tem poder demais).

Daí eu fiquei pensando nesse negócio de super-herói e resolvi inventar uns também:

O primeiro que eu pensei foi o Arrotômico. Ele é um cara que gosta muito de refrigerante, muito mesmo, e tomou tanto refrigerante que ficou com um arroto atômico. Ele destrói até uma casa com o arroto dele. Só que de vez em quando a energia do Arrotômico acaba e aí ele tem que tomar mais refrigerante. A identidade secreta dele é que ele trabalha numa lanchonete. Ele tem 19 anos e um monte de espinhas.

O Super Pum é um cara que pode voar com os puns dele. Ele é mais rápido que um jato supersônico. Se ele quiser, ele também pode criar uns furacões de pum. E pode soltar uns puns fedidos para fazer os vilões desmaiarem. O Super Pum descobriu o poder dele num dia que a mãe dele fez uma salada com muito repolho. Aí ele deu um pum e bateu com a cabeça no teto.

Um super-herói bem legal é o Meleca Boy. A roupa dele é toda verde e o cabelo também. Ele tira umas bolinhas de meleca do nariz, joga elas nos bandidos e essas bolinhas vão crescendo no caminho até ficarem bem grandonas e aí os bandidos ficam presos nelas. Se ele ficar cercado, ele gira e dá um espirro, soltando meleca para todo lado, e aí acerta todo mundo que está em volta dele. O maior inimigo do Meleca Boy é o Homem-Lenço.

O Homem-Barata é um cara bem nojento. Ele foi mordido por uma barata radioativa e ficou com os poderes dela. Ele sobe em paredes e consegue se desviar super bem dos tiros inimigos (que nem as baratas se desviam do chinelo da minha mãe). Ele tem umas antenas que saem da cabeça dele quando ele quer, e essas antenas conseguem sentir o cheiro das coisas, mesmo que as coisas estejam bem longe. A pele dele é dura que nem casca de barata e, quando ele precisa, ele chama as baratas para ajudarem ele (isso é bem nojento, he, he...). O Homem Barata adora açúcar. A fraqueza dele são os inseticidas, que deixam ele meio bêbado,e aí ele só faz besteira. Ele, o Meleca Boy e o Arrotômico formam um grupo chamado “Heróis Nojentos”.

O Pançamen aí em cima eu inventei pensando no Zepa, um amigo meu lá da escola. Ele é um herói o maior gordão. Os inimigos dão tiros nele, mas ele tem uma barriga tão geléia que a bala bate a volta. O Pançamen é o maior fortão e quando ele come muito ele aumenta de tamanho e pode ficar que nem um prédio de cinco andares. O Pançamen é cozinheiro na vida real (quer dizer, na vida real de mentirinha, porque ele não existe), e a namorada dele é a...

Magriça Girl. Ela é tão magrinha que de lado ela fica invisível. A Magriça consegue passar debaixo das portas e num tiroteio ninguém acerta ela. Uma coisa bacana da Magriça Girl é que ela pode voar se tiver bastante vento. A identidade secreta dela é que ela é modelo, e ela é o maior lindona.

Pensando no meu amigo Aurelius, que é o maior CDF, eu inventei um herói chamado Chato Power. O poder dele é falar de um jeito que dá sono nos inimigos. Ele também é o maior inteligente e sabe tudo, que nem se ele tivesse um Google na cabeça. O problema do Chato Power é que ele é fraquinho e qualquer soco derruba ele.

Tem um herói legal que é o Futeboy. Ele tem poderes de futebol. Salta que nem um supergoleiro, dá chutes que nem um superzagueiro, é rápido que nem um superatacante e tem a resistência de um supermediovolante. No cinto de utilidades dele, ele tem umas bolinhas explosivas. O Superboy tem um monte de fãs e ele consegue dar superchutes que mandam as coisas para bem longe, até para fora da Terra. A identidade secreta do Futeboy é que ele é gandula.

Ah, e tem também o Super Lelê. O Super Lelê não tem superpoderes, mas tem superequipamentos que nem o Batman. Ele usa uns óculos que deixam ele com visão telescópica e de raio-x, um jato (disfarçado de mochila) nas costas que faz ele voar, tênis atômicos com luzinhas que fazem ele andar pelas paredes (quando acaba a gasolina do jato das costas), uma roupa à prova de balas (parece um pijama, mas é o uniforme dele), e um relógio que solta um monte de tipos de raios (parece luzinha de ver as horas, mas são raios). O Super Lelê tem uma Lelecaverna secreta, que é cheia de coisas legais e fica embaixo da cama dele. A identidade secreta dele é eu.

Ser super-herói deve ser o maior legal!


(PS: Quem quiser inventar um super-herói, pode dizer como ele é aqui nos comentários ou então manda um desenho)

Escrito por Lelê às 02h00
Álbum de prédios
Já tem 45 prédios doidos lá no álbum. E ainda vai ter mais (hoje entrou um legal que fica na Lua). Para ir para lá (para o álbum, não para a Lua), é só clicar aqui.
Escrito por Lelê às 08h37
Prédios para escritores

Hoje eu vou colcar aqui dois prédios para escritores.

O de baixo é o Prédio Caneta, do Daniel. E debaixo do de baixo é o Prédio Lápis, da Karina.

Escrito por Lelê às 08h01
Prédios doidos

Esse aí em cima é o Prédio Disco Voador. Foi a Ana Lúcia que mandou. Ele parece um pouco o...

Prédio Cogumelo do Guilherme, só que o prédio do Guilherme é mais colorido.

 

E esse aqui embaixo é um Prédio Sem-frente, que a Celina mandou. Ele vai ser na China, e quem inventou ele foi um professor de Harvard, que parece que é uma escola grandona.

Acho que o Rodrigo também vai dar aula lá, porque ele inventou um prédio mais legal ainda, que é esse aqui:

 

Escrito por Lelê às 09h15